Bem vindo ao nosso mundo de letras e histórias, poesias e imagens! Somos cinco professoras brincando (e brigando) eternamente com as palavras!
terça-feira, 18 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Curso Melhor Gestão, Melhor Ensino, oferecido pela EFAP -SEE - Módulo 3 - turma 244 - grupo de Blog 3
Atividade revisada e publicada pelos integrantes do grupo
Situação de Aprendizagem
“Avestruz”
Mário Prata
“Avestruz”
Mário Prata
Gênero escolhido: crônica narrativa
Público Alvo: 6º ano
Tempo previsto: 4 aulas
Conteúdos e temas: Características de crônica narrativa; elementos da narrativa.
Competências e habilidades: Explorar, desenvolver e ampliar as capacidades de leitura.
Estratégias: Trabalho com diversas mídias, apresentação de imagens, poemas, etc.
Recursos: Texto escrito ou slide; Poema.
Avaliação: Produção de uma crônica.
1-Desenvolvimento das Capacidades de Compreensão. (Ativação do conhecimento prévio)
Antes da leitura do texto, serão feitas perguntas sobre o assunto:
Você tem animal de estimação? Qual?
Você já viu uma avestruz? Sabem como ela é?
Alguém gostaria de ter uma avestruz?
Uma avestruz poderia ser um animal de estimação?
2. Antecipação ou predição de conteúdos (Levantamento de hipóteses)
Por meio de perguntas, explore um pouco esse título:
Esse texto desperta sua atenção?
O que ele sugere?
Pelo título, dá para imaginar o assunto da crônica?
Você sabe o que é uma crônica?
Informações sobre o autor do texto.
Fonte: www.marioprata.net. Acesso em 05 junho 2013.
Durante a leitura
3. Checagem de hipóteses
Leitura feita pelo professor (texto impresso ou apresentado no data show).
Durante a leitura da crônica o professor deve ir retomando as hipóteses para verificar se elas foram ou não confirmadas.
4. Localização de informações:
a) Definição de avestruz, de acordo com o dicionário;
b) Descrição e hábitos da ave.
Os alunos podem preencher um quadro:
Nome científico
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altura
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peso
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Expectativa de vida
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c) Sobre a estrutura do texto:
Foco narrativo
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1ª ou 3ª pessoa?
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Personagem
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Quais são?
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Enredo
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Sequência de acontecimentos.
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Tempo
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As Palavras ou expressões que indiquem a pasgem do tempo
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Espaço
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Palavras ou expressões que indiquem o lugar dos acontecimentos.
|
5. Comparação de informações:
Faça um desenho de animais de estimação que possam viver num apartamento.
Faça um desenho de uma avestruz e em seguida compare-o com as imagens abaixo.
6. Produção de inferências locais.
Trabalhar o sentido de algumas palavras como:
Struthio Camelus Australis - TPM - abominável atrofiadas - Floripa; - Higienópolis - gigolô.
7. Produção de inferências globais:
Discutir com os alunos questões como:
a) Localização geográfica e suas implicações sociais (Higienópolis);
b) Localização histórica (“Adão, dando os nomes a tudo que via pela frente”).
8. Percepção de relações de intertextualidade:
Distribuir cópias do poema para análise, verificando o que há em comum nos dois textos.
O AVESTRUZ
O galo cantou
A ovelha despertou
E estava com fome!
O avestruz esperto
Papou tudo que
havia por perto.
Comeu melancia
Feijão e ervilha
Tomate, capim
E a boneca da menina.
O galo brigou
A menina chorou
O avestruz esperto,
Da confusão escapou.
http://deversoemversos.blogspot.com.br/2012/10/o-avestruz.html Acesso06 junho2013.
9. Apreciações estéticas e/ou afetivas:
Vocês gostaram do texto?
Você ficou com pena da situação do menino?
Você já vivenciou algo parecido?
10. Apreciações éticas:
Discutir:
Você acha difícil criar um animal em apartamento ou um animal selvagem na cidade?
Por que o menino só muda de ideia quando passa a conhecer os hábitos alimentares do bicho?
Avaliação
Avaliação
Sugestão de avaliação:
Criação de uma crônica narrativa sobre situações com animais de estimação.
Bibliografia
DOLZ, Joaquim. SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita – elementos para reflexão sobre uma experiência suíça (francófona). In: Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado das Letras, 2010.
ROJO, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania. São Paulo: SEE: CENP, 2004.
_________ A Escola e a Inclusão Social. São. Paulo, Parábola, 2009.
PRATA, Mário. Avestruz. Caderno do professor. Língua Portuguesa: ensino fundamental. 5ª. Série/6º ano - Volume 2 - São Paulo - SEE, 2008.
domingo, 9 de junho de 2013
"A beleza não está na partida nem na chegada, mas na travessia."
Esta frase acima é do escritor Guimarães Rosa que eu adoro, aliás não só a frase, mas toda obra dele, e acredito que nela está contido nosso ato de leitura: iniciamos uma viagem pelo mundo literário e vamos nos envolvendo de tal forma que mergulhamos e ao retornar à realidade, notamos que não somos mais os mesmos, levamos impresso em nossas almas as palavras.
Falar de nossas experiências de leitura é sempre muito agradável,
principalmente nós, que trabalhamos essencialmente com a linguagem, nossa
matéria-prima. Lembro-me de que na minha infância, "devorava" livros (todos da
Coleção Vagalume), passava as tardes lendo e viajando naquelas
histórias...
Em casa nunca tive incentivo: nem meus pais, nem meus irmãos gostavam de
ler. Fui a única a adquirir o hábito da leitura, tão prazeroso!!!
Por esta experiência pessoal e por várias observações em sala vejo que
muitas vezes o hábito da leitura é natural na pessoa: o interesse, o gosto, a
constância. Claro que se houver incentivo, fica muito mais fácil. Aquele que não
vê os livros com os mesmos olhos, precisa de uma forcinha nossa: podemos
instigar, indicar o caminho, pois logo no início do caminho a percorrer, a
pessoa se verá perdida e irremediavelmente contaminada pelo gosto da
leitura, e dali, levará consigo preciosidades inestimáveis.
sábado, 8 de junho de 2013
DOCE INFÂNCIA
Olá amigos! Recordar as leituras que tive quando criança foi muito importante pois dessa forma pude reviver lembranças do passado tão importantes para mim.
Quando criança, gostava muito de brincar de escolinha com minhas amigas e, adivinhem quem era a professora? Claro, sempre eu! Acho que já estava predestinada.(rsrsrs...) Adorava ler histórias em quadrinhos e lembro-me de que um dia meu pai me presenteou com uma bíblia ilustrada e as gravuras me chamaram muito a atenção. Eu não conseguia parar de ler, "devorei-a" e, parte das histórias bíblicas que conheço vêm dessa época e desse livro.
Quando estava na 5ª série, minha querida professora Maria José pediu que lêssemos "A Ilha Perdida" de Maria José Dupré e me encantei ainda mais pela leitura, já que ela teve muito bom senso na escolha do livro que estava apropriada para a série em que estávamos,uma vez que a história retratava as aventuras de crianças da mesma idade que a nossa.
Hoje, adoro ler e tenho consciência de que isso se deve aos estímulos que recebi no passado.
Ah! Doce infância...
Abraços!
Elaine Cristina Amaral Muniz
sexta-feira, 7 de junho de 2013
A LEITURA E EU
Desde pequena já tinha nas veias o dom de ensinar. Adorava brincar de professora e, ao contrário de vários depoimentos que ouvi, minha avó era minha aluna preferida, não minha professora. Ela não sabia ler nem escrever, mas me contava muitas histórias e eu lia muitas histórias para ela.
A leitura sempre esteve presente na minha vida, pois sou muito curiosa e leio tudo o que chega às minhas mãos. O primeiro livro que li na escola foi "A Ilha Perdida"de Maria José Dupré, uma história de aventuras que envolvia uma turminha de crianças e tinha final feliz, achei o máximo!
Confesso que tenho preferência pela leitura de contos, fábulas, crônicas e poesias. Quando leio um livro, acho incrível imaginar os cenários, criar as personagens maravilhosas, sem esquecer de nenhum detalhe. E, quando a história é de amor, ainda posso me imaginar no lugar das mocinhas apaixonadas.
Acredito que a leitura, além de nos trazer prazer e conhecimento, pode nos fazer viajar por um mundo de fantasias e sonhos, fazendo nossa vida muito mais feliz.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A magia das letras na minha história
A minha relação com as letras sempre foi mágica e especial.
As palavras nasceram comigo, acho que se fundiram ao meu DNA
na minha concepção. Elas estão nas minhas primeiras memórias.
Lembro-me de bem
pequena, meu avô, com seus inimagináveis 81 anos, em meio da bagunça do natal
com meus 12 primos arteiros, me punha no colo para contar intermináveis
fábulas. Eu viajava entre os ratos, príncipes, sapos e leões que apareciam,
despareciam e tornavam a aparecer, e eu ia longe, bem longe daquela sala e
daquelas luzes e daquele barulho todo. Eu e meu avô numa viagem especial.
Com 7 anos, quis
compor poemas.Como mágica, descobri que as palavras poderiam ter sons parecidos
como uma música combinando e descombinando. A palavra-melodia agora dividia
espaço com a palavra-imagem e o jogo foi ficando cada vez mais interessante.
Surgiram pequenos poemas de uma pequena intrometida.
Aos 9, minha mãe me
apresentava com “rata de biblioteca” às suas amigas. E o que fazer com uma
menina que leu os contos de Oscar Wilde e agora queria ler o Retrato de Dorian
Gray? Compra Alice no País das Maravilhas! Assim, minha mãe foi a minha censora
e a minha apoiadora enquanto eu ia desvendando o país das Maravilhas, do
Espelho, Liliput, Paris, Marselha, Nova Iorque, Rio de Janeiro, Londres. Cada
tarde em uma cidade diferente, com companheiros diferentes.
Entre os 12 e 18
participava de todos os concursos de poesias e contos e crônicas que poderia e
que não poderia (minha mãe chegou a ganhar um concurso com uma crônica minha,
uma vez que somente maiores de 18 anos estavam aptos a concorrer). Finalmente,
meus textos e poesias saíam de uma pasta azul da minha gaveta e desbravavam o
sertão paulista. A escrita era uma questão fisiológica, escrevia para não
enlouquecer com os problemas e dúvidas de uma adolescente tímida.
Depois do curso de Letras, ainda vieram 3 peças de teatro,
apresentadas com meus alunos e a criação do meu blog pessoal, Coisas de Laurinha, em que jogo com as
palavras, tentando ainda descobrir o limite dessa brincadeira que começou lá
trás na sala do meu avô entre as luzes de natal.
Hoje a mágica acontece na tentativa de passar esse jogo para os meus alunos.
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